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29 março 2023

O comodismo é inimigo de quem vive agora

 Começando dizendo que não existe maneira de obter resultados diferentes, se tudo que tens é o mesmo sempre!

Eu guardei bastante registros sobre a experiência de Gramado, mas ainda não compartilhei, pois gostaria de poder explicar melhor. 

Para isso, soltei uma caixinha de perguntas lá no meu instagram e gostaria de compartilhar as respostas, por aqui também. É uma maneira de tirar as dúvidas, de quem nos acompanhava, e também manter viva cada lembrança e a motivação da nossa escolha.

No post anterior, eu comentei o quanto eu valorizo "ter experiências". Não apenas sair da bolha, mas como estourar ela! Zona de conforto pra mim, nem é lugar! Faz parte do meu planejamento, aproveitar a única vida que eu tenho, fazendo as coisas que me completam, que me enchem os olhos, e que fazem total sentido em estar aqui, vivendo.

Aproveitar, não é "meter o louco"! É se planejar e organizar para encaixar teus sonhos, na tua realidade. Não estamos aqui, apenas para enumerar uma extensa lista de desejos. Não faz sentido, tu não se esforçar para tirar sonhos e planos do papel!

Vamos esquecer as 50 desculpas que temos em mente, e pelo menos tentar. Bom, foi isso que fiz.

E hoje, eu tenho registros e histórias para contar, ao invés de uma lista de coisas que eu queria muito fazer, mas não fiz.



Agora, vou responder algumas das perguntas.

"Qual foi a melhor experiência que viveu lá?"

Pra mim, entrar de cabeça em outro setor que eu já me interessava tanto, foi o ponto mais alto! 

Eu costumava trabalhar no atendimento. Como garçonete, você tem mais contato com o cliente. E o que você oferece é o "trabalho" de outras pessoas, dos outros setores. E a maior responsabilidade é proporcionar a melhor experiência, por meio do teu atendimento e tua atenção. É importante ter a consciência de que, é como se você fosse uma ponte. E por gostar muito de atender, eu sempre levei essa responsabilidade muito a sério.

Mas dessa vez, eu estava no bar. E o meu objetivo não era mais a excelência do atendimento, e sim a qualidade do que eu oferecia. E eu que, já tinha muito interesse em aprender mais, fiquei ainda mais encantada e me esforcei muito para aperfeiçoar o que eu já sabia e aprender o que eu ainda não conhecia.

"Qual foi o seu maior desafio em Gramado?"

Quem estava mais próximo a mim e acompanhou os surtos, sabe que, ter ficado esses três meses longe do meu filho, foi a parte mais difícil da vida! Mesmo conversando sempre por vídeochamada e tendo a certeza de que ele estava sendo muito bem cuidado pelo pai, o fato de nunca ter ficado tanto tempo longe, me fez querer desistir várias vezes. Eu mal conseguia aproveitar direito os momentos, pois a minha cabeça e meu coração estavam em outro lugar.

"Qual foi o motivo de vocês terem saído da zona de conforto?"

Perceber que o tempo passa e não é pouco e nem devagar, me faz querer correr ainda mais. E ter a consciência de que, se eu nunca fizer por onde, o que eu quero não tem a menor chance de acontecer! Nós crescemos o suficiente, para entendermos que as coisas que queremos não caem do céu e nem nascem em árvores. E por falar nisso, não somos árvores! Não estamos presos e podemos escolher a direção e o rumo de nossas vidas. A zona de conforto parece super segura, mas nada de novo acontece nela. É impossível que eu explore meu potencial, quando eu me acomodo no óbvio.

É importante ressaltar que, agir por impulso nunca foi meu forte e nem faz parte do que eu acredito. Quando eu falo de fazer o sonho sair do papel, é com responsabilidade de se organizar e se planejar para que aquilo de fato, aconteça. Que é o contrário de cruzar os braços e ficar reclamando que a vida é injusta, e que nada que você quer acontece. ;)

Para finalizar, vou compartilhar aqui uma frase que me acordou pra vida, na minha fase de acomodação.


Se você não gosta de onde está, saia. Você não é uma árvore!

17 fevereiro 2023

A experiência - Gramado/RS

 Corta para Outubro de 2022, quando chegamos em Gramado - RS. 
Eu, que estava relendo meu penúltimo post, fiquei orgulhosa pela coragem. Fui lá e fiz!
 Afinal, é disso que se trata. 
Espera, deixa eu te explicar. Vamos começar do começo!

 

 
Eu sempre quis uma coleção de experiências! Faz parte da nossa trajetória, os capítulos do livro que escrevemos na terra. Ter histórias para contar! Uma porção de lugares diferentes, outras rotinas, outras ruas, outros cenários e outros trabalhos. Morar alguns meses em cada lugar e aproveitar ao máximo, as mudanças e oportunidades que "sair da bolha" pode nos proporcionar.
 Minha amiga foi primeiro, e em 2021 eu bati o martelo! 
"Affa, daqui 1 ano, eu chego aí!"
Assim, comecei a planejar e organizar o início da realização desse ser aqui, que vos fala. 
2022 seria o ano, que eu sairia da zona de conforto e trabalharia horrores, na temporada de final de ano, num lugar que eu desconhecia! Com uma equipe nova, um clima diferente, outros costumes, outros sotaques, uma experiência completamente nova, pra mim! 

 Gramado foi o primeiro lugar que escolhemos para viver tudo isso. E foi uma ótima escolha! 
A princípio eu pensava que 1 mês em cada lugar, seria o suficiente. Mas eu estava redondamente enganada. Com 1 mês, eu ainda nem tinha me adaptado a nova rotina, ao trabalho novo, e nem as pessoas. 

 Os 3 meses que ficamos, foi fundamental, para passarmos pela fase sensível de adaptação. Surtos aconteceram, afinal, mudanças são tão maravilhosas, quanto assustadoras! 
Mas valeu tanto a pena! Eu pude explorar uma área que já me encantava tanto, e o quanto eu aprendi, me rendeu uma bagagem especial e pra vida! 
 É... Nem só de planos & listas eu viveria!
De: Nina. 
Para: Nina. 
"Sabe a história da sua vida? Continue escrevendo. Estou orgulhosa e ansiosa para os próximos capítulos!"

18 junho 2016

Minha experiência "cabelística" - Expectativa x Realidade

 Era uma vez, uma pessoa "foguinho", que resolve tesourar o cabelo para tirar o resto da tinta vermelha do mal que ressecou a juba... Sim, essa pessoa sou eu.
Resolvi tentar uma variação de long bob. Troquei minha cabeleireira de confiança por uma aventura. Sabe quando você ouve taaaaaaantos elogios sobre uma pessoa, que fica tentada e arrisca uma troca?!?
Pois bem, foi isso que aconteceu. Mas veremos primeiramente, a expectativa da pessoa aqui que pretendia voltar do salão dessa maneira:
A minha intenção era ter um corte bacana para quando eu usasse meu cabelo liso ou cacheado.  Mas eu voltei para casa com um resultado beeeem diferente do esperado. Segura a gargalhada a seguir:
Não, eu não percebi isso no salão. Pois o moço lá, enrolou as laterais, deixando do mesmo tamanho desse resto de cabelo atrás. Como estava bem ondulado, não deu para notar muita diferença. Ainda mais sem espelho para olhar atrás. ("Salão reformando, não tem outro espelho"... Aham, sei.)
Depois que cheguei em casa, fui preparar o jantar, tomar banho, jantar e finalmente olhar para o espelho. Os cachos já não existiam, o cabelo estava liso assim e eu não entendia o que estava acontecendo. Quando pedi para olharem meu cabelo na parte de trás, ao notar a cara de susto, pude perceber que tinha algo muito errado. Só depois de olhar essa foto acima, que pude entender e chorar pela besteira feita. Juro que não entendo! Até eu cortaria melhor, e já fiz isso. Como pude sair assim do salão???
Não, não fui lá fazer escândalo, reclamar, pedir dinheiro de volta... Não iria fazer diferença e a última coisa que eu queria e quero, é ver a peça de novo.
Na mesma noite, mandei um pedido de socorro para a cabeleireira querida que no dia seguinte tentou salvar o desastre de corte do ano.
Foi complicado tentar acertar os erros do fã do "Edward". Meu cabelo estava picotado grosseiramente atrás.
Minha segunda ideia de corte foi essa:

Mas minha franja não estava tão comprida assim.
Só estou mantendo meu cabelo alisado no momento, pois cacheado não ficou bacana. Teria que cortar um pouco mais para valorizar os cachos, fazer mais camadas e não deixar estilo "capacete" que se encontra no momento.
Eu já fui muito apegada ao meu cabelo, do tipo que sofria para cortar as pontas. Mas não sou mais, o que me fez superar essa experiência em pouco tempo. Meu cabelo estava enorme, mas judiado. Meu sonho é ter o cabelo batendo na cintura, mas não vale a pena pra mim, se o cabelo estiver ressecado, sem vida e maltratado. E o meu estava gritando socorro. Então, o lado bom disso, é que tenho um cabelo saudável 100%, que não levo mais 15 minutos para desembaraçar. Que 30 segundos são o suficiente para pentear, 5 minutos para lavar e sem contar que é bom mudar. (Só não é bom mudar de cabeleireira, fica a dica! Hahahaha.)
Beijo, beijo.

 
Ninamore Blog © | Por: NINAMORE